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Líder de Negócios

Posted on Saturday, May, 14th, 2011 at 8:52 pm   (2 comments)
A Cadsoft está em busca de profissionais para relacionamento com clientes. Trabalhamos unicamente no mercado acadêmico, com foco no ensino superior, e atendemos prioritariamente as áreas de registro acadêmico, gestão financeira, marketing e EAD das instituições de ensino. Segue o perfil que buscamos:
Conhecimentos
Gestão Acadêmica
-Projeto Pedagógico
-Plano Financeiro e Cobrança
-Exigências Regulatórias
-Atendimento e Relacionamento com Discente
-Matriz Curricular e Oferta
-Matricula e Rematricula
-Avaliação e Presença
-Avaliação Institucional
-Captação e Retenção
Sistemas (softwares) de Gestão Acadêmica
Diagnóstico Situacional através de técnicas de entrevista
Técnicas de Reunião 
Normas e Legislação Educacional (básico) e Linguagem e Terminologias da área da Educação 
Pacote Office

Habilidades
Planejamento
Avaliação e comprovação de Resultados
Comunicação e Expressão
Organização
Relacionamento Interpessoal
Resolução de conflitos
Maiêutica
Negociador
Facilitador
Visão sistêmica

Atitudes
Pró-atividade
Atenção
Compromisso
Objetividade
Interesse
Curiosidade

Obs.: Disponibilidade para viagens constantes

Será que somos meros solucionadores de problemas?

Posted on Monday, March, 21st, 2011 at 3:35 am   (4 comments)

Será que somos meros solucionadores de problemas?

Se tem solução, então não é problema. Parece uma afirmação bem pretensiosa, mas claro, como tudo, depende do referencial. Em nossas vidas, em diversos momentos temos que resolver problemas. São os problemas dos clientes, dos colaboradores, na empresa, dos nossos filhos, da nossa família. Tem gente que se auto-intitula solucionador de problemas e, sem um problema pra resolver, parece que a vida perde o sentido. Mas afinal, o que são os problemas que precisamos solucionar? Segundo o dicionário Priberam, é “questão, dúvida, o que é difícil de explicar”. Acredito que a palavra solução vinculada tão fortemente à palavra problema tenha vindo de uma terceira definição, ainda do mesmo dicionário “questão matemática proposta para se lhe achar a solução”. Mas afinal, porque tratamos tudo com problema e sempre buscamos solução? Não seria mais fácil (e mais gostoso) tratar tudo como desafio? E invés de solução, conquista? Para cada desafio vencido, mais uma conquista para comemorar, guardar, colecionar. E se é possível conquistar então não é problema, é realmente um desafio. Mas então, o que é um problema? São aquelas situações em que não temos o controle, que não temos como resolver, solucionar, pois não depende apenas de nós mesmos. São aquelas situações onde uma doença terminal leva um parente amado, ou um acidente fatal tira da nossa convivência alguém que muito amamos, e outras situações como esta. O restante são apenas desafios, e estamos aqui para conquistá-los. Então, porque não mudar a nossa perspectiva e passar a tratar as situações que ocorrem diariamente conosco apenas como desafios? Esse é o desafio que coloco em primeiro da lista todos os dias.

Líderes, estejam sempre preparados

Posted on Sunday, February, 27th, 2011 at 12:41 am   (No comments)

Lideres, estejam sempre preparados

Entre diversos blogs que gosto de ler, um que tenho muito interesse é o Blog do líder, do César Souza, no site da Época Negócios. Nos últimos meses ele escreveu uma série de quatro posts que, por minha conta, classifico como partes de um todo:

 

Nestes posts o autor explora o que ele acredita ser o perfil ideal do novo líder, adequado para atuar nesta nova era da economia dos serviços, do conhecimento, dos relacionamentos e do mundo volátil que estamos vivendo. Em um destes posts ele elenca seis características muito importantes para desenvolver este novo perfil de liderança:

  • Ofereçam causas, em vez de apenas empregos, tarefas ou metas
  • Formem outros líderes, em vez de apenas seguidores
  • Liderem 360 graus, em vez de 90 graus
  • Surpreendam pelos resultados, em vez de fazer apenas o combinado
  • Inspirem pelos valores, em vez de apenas pelo carisma
  • Construam uma cultura aceita e compromissada

 

Em outro post ele explora a visão sistêmica e integrada do negócio através da gestão de pessoas, gestão de clientes e gestão de resultados. Em minha empresa chamamos essa visão integrada de “homeostase de uma Empresa de Corpo, Mente e Alma” (teoria desenvolvida pelo Roberto Tranjan e publicada no livro A Empresa de Corpo, Mente e Alma).
 
Outros conceitos muito interessantes e relevantes foram abordados ao longo destes posts, mas uma recente experiência me fez lembrar de um ponto que não foi abordado: Líderes precisam estar sempre preparados, pra tudo. Precisam estar preparados para crises financeiras mundiais, ataque desleal de concorrentes, perda de clientes, mudança nas regras do jogo, seja do mercado ou da política, mudanças no comportamento do consumidor e também para perda de colaboradores, desde aquele que preparou ao longo dos anos até aquele que veio trazendo uma grande experiência de mercado mas que acabou seguindo seu caminho.
 
Se eu pudesse sugerir mais um item na lista do Cesar eu incluiria:
Resiliência e Perseverança, pois mudanças inesperadas irão acontecer

O deslocamento da identidade cultural

Posted on Sunday, November, 1st, 2009 at 8:21 pm   (1 comment)

Durante o meu mestrado, quando eu estava cursando uma disciplina sobre formação de formadores, tive que ler um livro chamado “A identidade cultural na pós-modernidade”. É um livro fascinante que fala sobre a mudança de perspectiva das pessoas sobre sua identidade cultural. Basicamente o livro mostra a evolução da busca do ser humano pela sua identidade cultural, lembrando que há muitos anos atrás, nos definíamos pela nossa vila, ou pela nossa cidade e mais tarde pelo nosso pais. Porém, com a globalização, principalmente nos meios de comunicação e na internet, nossa identidade cultural deixou de ser através de nosso local de nascimento e passou a se construir através das coisas que nos identificamos. Não importa se é um lugar, um estilo de vida, seguidores de um time, uma pessoa ou religião. A verdade é que nossa identidade agora é multicultural e globalizada.
Mas porque estou falando este assunto? Um mês atrás, quando ainda estava no Brasil, precisei tirar uma segunda via da minha certidão de nascimento, o que só pode ser feito no cartório que você foi registrado. Aproveitando um tempo livre, fui até o cartório do Brás (onde fui registrado) e fiquei um pouco incomodado: Devia ter umas 30 pessoas lá dentro, sendo uns 15 descendentes de bolivianos, uns 10 descendentes de coreanos e apenas uns 5 brasileiros, contando comigo. É claro que quanto mais pessoas, mais iria demorar para eu ser atendido e, diante deste cenário minha primeira reação foi a seguinte: “O que este bando de coreanos e bolivianos estão fazendo no meu país?”
Um mês depois, embarquei para Londres, onde estou vivendo agora, e percebi o quanto esta cidade é, assim como São Paulo, multicultural. Porém, se em São Paulo encontramos pessoas de 20 países, aqui encontramos facilmente de 40 ou 50 países diferentes. Desde coreanos e mongóis, lá da Ásia, até brasileiros e colombianos, lá da America do Sul. O que eu pude perceber? Que apesar de Londres ser uma cidade de portas abertas para povos de todas as origens, os britânico (ou londrinos talvez) em geral não gostam muito de não europeus. As vezes chegam a ser mal educados com quem é de fora ou quem não fala muito bem a língua. Diante de uma situação destas eu pensei: Nossa, que povo mal-educado. Estamos aqui gastando nosso dinheiro no país deles e eles ainda nos tratam mal?
Conclusão, quando eu estava no “meu” país, não gostei de ter outros povos por lá, e agora que eu estou em outro país, não gostei de alguém daqui não ter gostado de eu estar aqui. Um pouco confuso, mas foi exatamente isso que aconteceu. Por fim, o que posso compartilhar como aprendizado disso tudo e voltando a me referir à parte inicial do post, temos que mudar nossa visão de identidade cultural e principalmente de tolerância. Não podemos colocar barreiras para pessoas de outros povos ou culturas, tão pouco julgá-los por onde estão. Temos que nos acostumar que, com a globalização, as pessoas buscarão estar onde se identificam, onde estejam bem, onde se sintam felizes, não importa se no meio da Ásia ou no extremo sul da America do Sul.
Afinal, o planeta é de todos nós.

Como é bom poder confiar

Posted on Sunday, October, 25th, 2009 at 8:32 pm   (1 comment)

Finalmente aconteceu. Depois de quase três anos planejando uma viagem, no dia 23/10/2009 embarquei para Londres onde ficarei por cerca de quatro meses. Durante estes três anos que antecederam esta viagem, quando eu comentava com as pessoas sobre o período que ficaria fora, dentre várias perguntas duas delas sempre acabavam por surgir:

  1. O que você vai fazer lá?
  2. E a Cadsoft? Como vai ser?

A resposta da primeira pergunta era sempre a mesma: “Um breve sabático com imersão na língua inglesa.”.

Mas eu sempre fugi da segunda resposta. Era evasivo, nunca dava detalhes e “enrolava”, até conseguir trocar de assunto. Mas porque? Porque eu queria falar sobre isso somente agora.

Esta pergunta sempre vinha acompanhada de dois vieses. Um deles era a dúvida se eu voltaria para a Cadsoft. Bom, a resposta é simples: Claro! Amo o que faço, compartilho de uma ideologia única e mais importante do que tudo, sou apaixonado pelas pessoas que formam esta comunidade.

O outro viés era o seguinte: “E como a Cadsoft vai ficar neste período, já que você tem uma posição de liderança?” Resposta mais simples ainda: Confiança!

A Cadsoft é formada por pessoas que compartilham valores, que se comprometeram com uma causa e que sabem claramente qual a nossa estratégia. Conta também com um time de líderes que, além de estar em constante evolução, é muito competente. E claro, tem o seu maestro, já que todo orquestra precisa de um. Fácil de entender porque confiança?

Vou ter saudade, mas aquela saudade boa, de quem quer muito voltar. Voltar porque a cada dia “descubro e conquisto” novos amigos na Cadsoft. A cada dia eles me “entregam” interesse e me “surpreendem” com o cuidado. Aliás, “cuidado que me fideliza” e me obriga a cada dia melhorar, me “criar”, me recriar e sempre me “modernizar” porque a “evolução” é necessária, sempre em busca da “consolidação”, seja do caráter ou das relações. Cada pessoa que faz parte desta comunidade é o seu “sustento” e é impossível “imaginar” uma Cadsoft sem se “desenvolver e sem cuidar” de cada um de nós.

Até breve Cadsoft!

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